Olá Amigos!
Como é bom voltar a ser criança e aprender brincando. Foi assim que me senti ao "copiar" uma proposta de atividade da revista Lego Zoom. Se já gostava do brinquedo Lego sem a robótica, hoje estou encantada. Vejo grandes possibilidades de conquistar nossos alunos em projetos a serem desenvolvidos nas escolas. Veja como ficou minha colheitadeira.
Bjs a todos.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Olá amigos!Aprender para multiplicar.
Esse foi o meu objetivo ao participar do curso Educação Digital para uso do Linux oferecido pela Secretaria de Educação do meu município. Queria aprender para poder usar o Broffice com mais segurança durante minhas aulas. Consegui. Desenvolvi atividades muito produtivas com meus alunos da Machado. Mas, para minha grata surpresa essa decisão contribuiu para que meu trabalho fosse reconhecido fora da escola e um novo desafio me foi lançado... Ajudar a conduzir o curso para outros colegas de profissão.
Como articuladora das tecnologias educacionais o desafio passa a ser maior pois, ao contrário dos alunos que veem a tecnologia da informação como algo relativamente "simples", nós professores temos muitas dificuldades em "lidar" com os computadores e seus programas no sentido de desenvolver ações educativas.
Espero que essa nova experiência traga resultados tão bons quanto os que já tive até aqui. Mas, uma certeza eu tenho, só estou começando. Preciso aprender MUITO ainda.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Curso concluído
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Desafios do educador
Olá amigos! Outro dia estava em um grupo de professores discutindo um texto sobre os "novos desafios do educador" de José Manuel Moran (talvez alguns já leram) e alguns pontos me chamaram a atenção. Pensei em compartilhar com voces algumas idéias, pois a discussão me deixou profundamente angustiada diante do que percebo da postura de um número significativo de colegas, o que é uma pena. Seguem algumas frases e se quiserem ler o texto na íntegra o endereço está no final dessa postagem. * Ao educar, tornamos visíveis nossos valores, atitudes, idéias, emoções.
* ... o educar como um orientador, um sinalizador de possibilidades onde ele também está envolvido, onde ele se coloca como um dos exemplos das contradições e da capacidade de superação que todos possuem.
* Para um educador a junção da fala competente com a pessoa coerente é poderosa.
* o professor de hoje precisa crescer profissionalmente, atento a mudanças e aberto à atualização.
As frases no contexto do texto dizem muito mais.... vale a pena conferir no site http://www.eca.usp.br/prof/moran/desafios.htm
Bjs e boa semana a todos. Leila
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Usando os conhecimenos do curso com alunos
Oi colegas!
Na semana que passou conclui as atividades que estava desenvolvendo com os alunos das turmas 901, 801 e 802. Ficaram muito boas e pretendo mostrá-las aqui neste espaço. Utilizei os recursos do Writer e do Impress e os resultados foram muito importantes tanto para mim quanto para os alunos, aprendemos juntos. Os momentos em que estávamos no ATE foram muito tranquilos pois os alunos estavam, em sua maioria, motivados e preocupados em fazer tudo corretamente.
Só quem se arrisca a fazer esses trabalhos sabe que é preciso tempo, paciência e dedicação. Mas, como todos sabemos, só quem se arrisca a plantar pode colher bons frutos. FOI O MEU CASO! Parabéns alunos e obrigado Janete pela força.
Bjs Leila
Na semana que passou conclui as atividades que estava desenvolvendo com os alunos das turmas 901, 801 e 802. Ficaram muito boas e pretendo mostrá-las aqui neste espaço. Utilizei os recursos do Writer e do Impress e os resultados foram muito importantes tanto para mim quanto para os alunos, aprendemos juntos. Os momentos em que estávamos no ATE foram muito tranquilos pois os alunos estavam, em sua maioria, motivados e preocupados em fazer tudo corretamente.
Só quem se arrisca a fazer esses trabalhos sabe que é preciso tempo, paciência e dedicação. Mas, como todos sabemos, só quem se arrisca a plantar pode colher bons frutos. FOI O MEU CASO! Parabéns alunos e obrigado Janete pela força.
Bjs Leila
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Olá amigos!
Bjs e boa semana a todos...
Hoje, como quase sempre, estou com muitas coisas para fazer e por isso sem tempo para postar minhas reflexões acerca do tema do curso. Contudo, já estou desenvolvendo a apresentação dos slides da tarefa 3. Para não passar a semana em branco resolvi deixar registrado algo interessante que recebi de uma amiga também atarefada. Aí vai...
ONDE FOI PARAR O TEMPO QUE GANHAMOS?
Marcelo Canellas
Havia mais terrenos baldios. E menos canais de televisão.
E mais cachorros vadios. E menos carros na rua.
Havia carroças na rua. E carroceiros fazendo o pregão dos legumes.
E mascates batendo de porta em porta.
E mendigos pedindo pão velho. Por que os mendigos não pedem mais pão velho?
A Velha do Saco assustava as crianças. O saco era de estopa.
Não havia sacos plásticos, levávamos sacolas de palha para o supermercado.
E cascos vazios para trocar por garrafas cheias.
Refrigerante era caro. Só tomávamos no fim de semana.
As latas de cerveja eram de lata mesmo, não eram de alumínio.
Leite vinha num saco. Ou então o leiteiro entregava em casa, em garrafas de vidro.
Cozinhava-se com banha de porco. Toda dona-de-casa tinha uma lata de banha debaixo da pia.
O barbeador era de metal, e a lâmina era trocada de vez em quando. Mas só a lâmina.
As camas tinham suporte para mosquiteiro.
As casas tinham quintais. Os quintais tinham sempre uma laranjeira, ou uma pereira, ou um pessegueiro.
Comíamos fruta no pé.
Minha vó tinha fogão a lenha. E compotas caseiras abarrotando a despensa.
E chimia de abóbora, e uvada, e pão de casa.
Meu pai tinha um amigo que fumava palheiro.
Era comum fumar palheiro na cidade; tinha-se mais tempo para picar fumo.
Fumo vinha em rolo e cheirava bem.
O café passava pelo coador de pano. As ruas cheiravam a café. Chaleira apitava.
O que há com as chaleiras de hoje que não apitam?
As lojas de discos vendiam long plays e fitas K7.
Supimpa era ter um três-em-um: toca-disco, toca-fita e rádio AM (não havia FM).
Dizia-se 'supimpa', que significa 'bacana'. Pois é, dizia-se 'bacana', saca?
Os telefones tinham disco. Discava-se para alguém. Depois, punha-se o aparelho no gancho.
Telefone tinha gancho. E fio.
Se o seu filho estivesse no quarto dele e você no seu escritório, você dava um berro
pra chamar o guri, em vez de mandar um e-mail ou um recado pelo MSN.
Estou falando de outro milênio, é verdade.
Mas o século passado foi ontem! Isso tudo acontecia há apenas 20 ou 25 anos, não mais do que o espaço de uma geração.
A vida ficou muito melhor.
Tudo era mais demorado, mais difícil, mais trabalhoso.
Então por que engolimos o almoço? Então por que estamos sempre atrasados? Alguém pode explicar onde foi parar o tempo que ganhamos?
Marcelo Canellas
Havia mais terrenos baldios. E menos canais de televisão.
E mais cachorros vadios. E menos carros na rua.
Havia carroças na rua. E carroceiros fazendo o pregão dos legumes.
E mascates batendo de porta em porta.
E mendigos pedindo pão velho. Por que os mendigos não pedem mais pão velho?
A Velha do Saco assustava as crianças. O saco era de estopa.
Não havia sacos plásticos, levávamos sacolas de palha para o supermercado.
E cascos vazios para trocar por garrafas cheias.
Refrigerante era caro. Só tomávamos no fim de semana.
As latas de cerveja eram de lata mesmo, não eram de alumínio.
Leite vinha num saco. Ou então o leiteiro entregava em casa, em garrafas de vidro.
Cozinhava-se com banha de porco. Toda dona-de-casa tinha uma lata de banha debaixo da pia.
O barbeador era de metal, e a lâmina era trocada de vez em quando. Mas só a lâmina.
As camas tinham suporte para mosquiteiro.
As casas tinham quintais. Os quintais tinham sempre uma laranjeira, ou uma pereira, ou um pessegueiro.
Comíamos fruta no pé.
Minha vó tinha fogão a lenha. E compotas caseiras abarrotando a despensa.
E chimia de abóbora, e uvada, e pão de casa.
Meu pai tinha um amigo que fumava palheiro.
Era comum fumar palheiro na cidade; tinha-se mais tempo para picar fumo.
Fumo vinha em rolo e cheirava bem.
O café passava pelo coador de pano. As ruas cheiravam a café. Chaleira apitava.
O que há com as chaleiras de hoje que não apitam?
As lojas de discos vendiam long plays e fitas K7.
Supimpa era ter um três-em-um: toca-disco, toca-fita e rádio AM (não havia FM).
Dizia-se 'supimpa', que significa 'bacana'. Pois é, dizia-se 'bacana', saca?
Os telefones tinham disco. Discava-se para alguém. Depois, punha-se o aparelho no gancho.
Telefone tinha gancho. E fio.
Se o seu filho estivesse no quarto dele e você no seu escritório, você dava um berro
pra chamar o guri, em vez de mandar um e-mail ou um recado pelo MSN.
Estou falando de outro milênio, é verdade.
Mas o século passado foi ontem! Isso tudo acontecia há apenas 20 ou 25 anos, não mais do que o espaço de uma geração.
A vida ficou muito melhor.
Tudo era mais demorado, mais difícil, mais trabalhoso.
Então por que engolimos o almoço? Então por que estamos sempre atrasados? Alguém pode explicar onde foi parar o tempo que ganhamos?
Bjs e boa semana a todos...domingo, 19 de outubro de 2008
O puxão de orelha valeu.
Em um domingo de chuva em que se inicia o horário de verão (que ninguém sabe onde está) nada melhor do que não fazer nada.Errado.
Depois do puxão de orelha da nossa dedicada tutora o melhor é pegar o computador e tratar de fazer as atividades do curso. Afinal, se nos inscrevemos nele nada mais justo do que sermos cobrados.
Além disso resolvi olhar pelo lado positivo: além de aprender mais sobre o uso do BrOffice também me mantenho longe da geladeira.
Assim, finalmente postei meu texto do Writer e visitei o blog dos colegas que haviam deixado alguma mensagem. Também iniciei a leitura dos textos. Está certo que foi só um, mas já é um começo.
Hoje também me dei conta de que não tenho nenhuma foto dos meus alunos trabalhando no ATE. Eles (assim como nós) estão se familiarizando com esse programa e tem sido muito produtivo o aprendizado. Em minha avaliação as atividades têm ficado muito boas. Preciso me disciplinar a fazer os registros dessas atividades e pensar em uma forma de divulgá-las.
Mas tudo tem seu tempo. Bjs. e boa semana a todos.
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